20 de dez de 2011
Que a paz, venha de onde vier, esteja convosco!

Quem ousaria dosar em medidas sinceras as ações de um louco?

Quais valores são colocados à mesa quando trata-se de julgar a faticidade humana, seus apelos e murmúrios, suas falhas ante o muro que separa o homem da perfeição?
Seria a ação mais que a ideia?
Em todo o momento somos avaliados sob o crivo de nossas faltas.
Estão sempre a nos julgar sob o olhar de homens e mulheres tão perfeitos como nós.
Não basta ser bom. O mundo nos obriga a sermos melhores. Não basta ser mau, pois o mundo nos pressiona a potencializarmos sempre nossas maldades.
Não há medidas certas para mentes tão erradas. Nem dá pra ser justo quando o juízo é implacável e soberano. O que torna seres em pessoas, papéis em documentos, afetos em amores, mães em defensoras é a potência dos atos. Somos necessariamente ideias que buscam direção no ato, que anseiam por saciedade.


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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