20 de dez de 2011
Tenho olhos que me conduzem aos lugares mais insanos, tão humildes e humanos que entre a procura e o encontro se embaraçam e se diluem numa luz infinita e constante.
A luz que se inflama lá de dentro emana a continuidade do ser. Não há quem tão infame que do amargo se engane à sua busca de ternura e mansidão. Não me façam milagres, pois no mundo se invade uma falsa impressão. Doravante se erguesse junto a rumores e muros, suntuosos sussurros de agonia e aflição. Venham todos, me abracem, me aqueçam e me guardem dentro do coração. Pouco a pouco entendo que não há um veneno que te vença ó Leão. Leão da liberdade, da justiça e bondade, da paz e união. Já não tem quem entenda, quem jamais compreenda que há um Monte a subir. Rumo à alteridade, toda prosperidade de não ter, mas sentir. Toda minha vontade canta toda vaidade e contempla “um milhão”. Mas a luta é sagrada, junto à terra sagrada, venceremos a dor. Do engano à certeza, do abandono à beleza, unimos nossa voz.

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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