20 de dez de 2011
Que a paz, venha de onde vier, esteja conosco!

Afinal, quem seria tão preciso ou ortodoxo o suficiente para defini-la, quiçá demonstrá-la?
Que nunca me faltem palavras ou gestos diante dos meus opositores.
Às vezes calar-se quando a dor emerge é uma saída, não menos fria, à falar em demasia o calor do sentimento. E este se mede?
O sentimento é inusitado. Ele é quem dosa em medidas desiguais, nada uniformes, todo o teu pranto ou alegria.

Hoje, resolvi calar-me. 

Os acontecimentos têm vida própria sem mim... O que tem separado o homem dele mesmo? O que te leva à reflexão nesses dias? 
Presenciamos todos os dias o lobo devorando a presa e não fazemos nada.
Choramos as mais íntimas lágrimas inocentes, qual recheio que tempera a massa. 
O Leão urge. Pelas dores, pelas perdas, pelas desconfianças, pelas faltas. Mas, qual crime sai impune do pranto por ele derramado às sortes que disputam cada qual o seu lado?
O Leão observa. os medos e as vitórias. De antemão ele se prepara para o bote. Qual o homem que diante de sua presa, talvez forte ou indefesa, às vezes recua à própria sorte? Atacar é um risco. Recuar às vezes é o mais sensato. Desistir, seria a pior falta.

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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