23 de jun de 2012
Estou me libertando aos poucos das amarras da moral.
Dela preciso?
Quem mata a fome do homem iníquo?
O que me faz amar desmedidamente, senão a motivação do íntimo?
Miram-me com cautela e distinção. Juízos em ritmos descompassados.
Emoções sucumbem meus pés. Mãos. Braços e abraços.
Quero um momento de satisfação na medida das intenções verdadeiras.
Amigos não me matam a fome. E o espírito como fumaça, sai de meus pensamentos em busca de um lugar pra se aquietar. 
A escolha primeira me foi tolida. E ao mundo fui colocado. Aleatoriamente? Qual o sentido primeiro das sensações primeiras?

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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