13 de jun de 2012
Os meus sentidos fogem da cabeça
Nem sequer medicamento
Ou cigarro
Vão sossegar o entendimento
Que obstinadamente
Resolveu sair
Dar uma volta ao lado
Do outro lado
Onde nem mesmo deus ou o diabo
Resistirão ao certo, ao desacato
Ao desatino, sobre-humano
Ao desabafo

E na loucura incerta
Encontro pela terra
Meus pedaços
E ao subir a serra
Estampo em meus olhos
A demência
Implode para fora
Enquanto a memória
Perde o rumo
E mesmo quando aflora
Esqueço no espírito
A fraqueza
Para pular o muro
Me sentir seguro
Duvido da certeza









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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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