26 de jun de 2012
Chegou
E tentou acender a fagulha do amor
Chorou
Meio desesperado pediu pra eu voltar
Voltei
E a maré do encontro então se agitou
Cortou
Bem na beira da praia e o silencio rompeu
De dor
E já sei bem de cor o que te fez mentir
Assim
E na tarde amarela o suor respingou
No chão
Só pra contrariar minha indecisão
Fumei
Devagar um cigarro, parei pra pensar
Pensei
Não havia razões que fizessem brotar
A flor
Nem mesmo coração que pudesse bater
Então
A fagulha do amor desistiu de acender
Rompeu
No momento oportuno o nó desatou

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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