25 de jul de 2012
Crimes sem culpados
São frações do inteiro
Perdão sem pecado
Igual rosas sem cheiro

Me falta um pedaço

Que te caiba aqui dentro
Só quando a verdade
Admite seu erro

É culpado! É culpado!

E Barrabás, enfim, é solto!

E confessadamente, a loucura

De repente, desnuda a fé
Como uma outra qualquer
E me faz pecar
De uma morte sem dor
De razões, sem palavras
Afeto, lembrança
Sentido, mudança
Quer queira, não queira
Sem eira nem beira
A flecha
Na testa
Na noite
No dia
-a- dia

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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