1 de jul de 2012
Mesmo que o tempo bom
Não seja tão bom assim
E palavras se desencontrem
Me pertença

Que a chama vulgar - se adentra

Bem na mente o olhar - desaponta
O sorriso peculiar - desconcentra
E a água já não mais - me sacia

O abraço quer bem mais - que o aperto

O desejo quer do corpo - a carícia
O encanto só quer mais - empatia
A vontade junto à pele - se desprende

Que o sol dessa manhã - não me atinge

E a fé, maior que a falta - entorpece
O suor desce à face - rumo ao queixo
E o nó quer desatar-se - no encontro

A maré se aquieta até - o horizonte

Estimar pra nivelar - tua pressa
O feitiço empobrece - a magia
O desgosto emudece - a conquista

E o desejo bom

Se encostou na pele
E palavras se encontraram
Me pertença











































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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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