16 de jul de 2012
Dose de amor não se mede
E o corpo não cede à emoção
Quando o pescoço à nuca
Exige ao desejo sua fração

Exposição sem sentido

O cordão do umbigo se soltou
Na confusão perco o norte
Me alio ao mais forte, ao vencedor

Pra machucar sou eu mesmo

Não meço palavras ou ações
Quando me sinto perdido
Se vão os amigos e canções

Fica na alma a semente

De tão indecente quer brotar
Em outros campos e vales
Nem mesmo a saudade vencerá

Mais um cigarro se acende

A cabeça entende devagar
Vou desistindo com pressa
E ainda me resta o penar

Unir de novo é a sina

E o laço fascina meu dispor
O coração não tem culpa
Ao pescoço a nuca se entregou

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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