21 de ago de 2012

O meu coração de lata bateu feito um afoxé
Rodava ao centro meu orixá

Saudade vem e maltrata, confunde o meu viés
Vou resistindo e combato o mal

Adentro na mata escura e o corpo se desfaz
A natureza é parte de mim

Do alto ou da profundeza, a força é vital
O unguento vem e desata os nós

Aquém da minha vontade, a verdade é atroz
Liberta a alma da perseguição

O homem é fraco e não é capaz de amar em paz
Se falta o pai o filho vai chorar

Bença minha mãe de fé, fiz o laço de Iansã
A tempestade vai restaurar

E o brilho se acendeu no meio do coração
Enquanto se preparava o altar

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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