31 de ago de 2012
Se alegra no flagelo
Cede enquanto o elo
Desfaz alguma parte

Só quero ser amigo

Quando ao cordão, o umbigo
Me leva ao disparate

Pra defender se cala

Topa qualquer parada
Finge fragilidade

Se esconde, ora aparece

Toda mulher merece
Mais que sinceridade

Tem nas mãos um unguento

Pode a qualquer momento
Tornar-se um baluarte

Doçura desmedida

Quer mãe, mulher, menina
De Deus, sublima arte

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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