1 de ago de 2012
E no momento oportuno, entre espinhos, o botão há de se abrir
Com ou sem risos no mundo, o coração expõe seu porvir
Na natureza dispersa, o homem reinventa a condição
De ser, de coexistência; na fé ou ciência se conduz
Tem que durar até o instante, antes, doravante - o existir
No drama ou na comédia os espinhos protegem o botão

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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