9 de ago de 2012

Faça-se a luz dentro de mim
D'onde pairam canto e devoção
Não serei tão cru feito o respeito
Nem tão doce-amargo impropério
Para que a luz recrie a chama
E na derradeira espera eu ame

Sem saber, o mundo é passageiro
Tanta humilhação e vou-me embora
Para disfarçar eu sou eu mesmo
E desencanada é a realidade

Destemido o amigo é inimigo
A verdade não revela o feito
Minha distinção não baixa a guarda
E o meu pedido está a postos

Eu ainda tenho esperança
Nada tem poder, ódio ou ganância
Que me deixe só com meu lamento
Quando tudo acaba, ainda tento
Quando o choro chega, eu sorrio

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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