12 de ago de 2012
A inocência se mancha
Na ordem, lembrança
De vultos, de insensatez

Minha ilusão não se cala
Demora a fala
Sussurros, um verso talvez

Ligeiramente me esqueço
do gosto, do jeito
Memórias se vão pelo ar

Várias frações de mim mesmo
Vontades, desejos
Tropeços antes de acertar

Entreaberto os ouvidos
Os olhos, sorriso
Eu desço ao interno do fim

Para entender o humano
Reconstruo o plano
Enfrento os demônios de mim








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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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