19 de ago de 2012
E a revolução, quem inventou?

A única insurreição que o homem se dispusera em primeira mão, foi o fato de seu nascimento. O feto, outrora refém do útero, não esconde a revolta de seu estado, rompendo, através da força, a condição primária. Existir é a primeira grande revolução do homem. Agora, restou-lhe a busca de estabelecer-se. Aí, entramos no campo cultural da essência. E outras revoluções, o homem tem de enfrentar. Agora, não só consigo. A ruptura de si em direção ao outro, sugere a segunda grande revolução. E vivemos entre essas  direções, uma sobrepondo-se à outra. E vice-versa. Nunca existir me custou tanto. E não me é possível, sem a ajuda alheia. 

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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