17 de set de 2012
Tanta, tanta ansiedade
Bem-me-quer o mal-querendo
Perambulo no breu da cidade
Presto culto ao deus, ao demo

Foge a alma de si mesmo

Quando falta a verdade
Boca espera pelo beijo

E o desejo quer vaidade

Não me venha com certeza
Tenho a luz da natureza
Que me traz felicidade

Ponteando a viola

Um verso vem à memória
Subestimo o desespero
Frouxo fica o desatino
Pelas doze bate o sino
Que não trai a esperança
Fé brotara na infância
Na velhice, o invisível

Adoremos um senhor

Que nos dá alem da dor
Um banquete sempre a postos
Vivendo em comunhão
Na partilha, divisão
Ao meu pai eu rendo votos

E assim sigo adiante

Volta e meia, um levante
Entre o fora e o dentro
Que no dentro mora o medo
E de fora eu revejo
Dentro fica a verdade
A mentira, a saudade
Que de fora não percebo

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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