25 de out de 2012
Não há mal que se confunda
Tampouco, graça em demasia
Que se estenda a toda raça

Choro sem razões
E concebo em meu presente, a demência
Meu corpo sucumbe ao tempo futuro

Será ciclo,
Se no horizonte de minha ideia, habita a divindade?

Será linear,
E sem escolhas, eu prefira o fatídico?

Será banal,
Se o meu destino me conduz à outra vida?

Sem mais respostas, o filósofo segue adiante
Na sua crítica, expressão do pensamento
Contemplação da sua própria realidade

E não importa a velha soleira da verdade
Nem a nova percepção da humanidade

O que importa na verdade, é a sempre recente condição de existentes 

Um comentário:

  1. se no horizonte de nossas ideias habita uma divindade? eh, quem sabe a arte imite a vida e nos conta a verdade... mas de fato isso pouco importa a quem abriu esta porta e senta comigo na sala de jantar remasterizada, o que nos importa afinal? se jah decatapitamos o narrador maniqueista, que tipo de historia sera contada? o amor eh cego, a solidao eh surda e a verdade jamais serah expressa em palavras. Sendo assim, no reino do conto, eu acredito em fadas!

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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