10 de out de 2012
Nas cores de um céu sem tom
Roubei o meu espelho
A graça acabou, o dom
Sobrou o que me resta

Na curva passo reto
Nos sonhos eu não presto
Meu gosto é indigesto
Na reta sou o torto
A margem sem um porto
Dançar, mesmo sem festa

O meu coração roto
Quebrou-se faz um tempo
No tempo da vaidade
Se não falta a memória
Lembra daquela história
Hoje senti saudade

Do tempo em que o tempo
Ficava à vontade
Não me deixava escravo
De alguns sentimentos
Outros ressentimentos
De algumas maldades





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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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