13 de out de 2012
Ainda que o espelho se quebre
E minha sorte se arrisque
Eu e meu desejo restamos sós
Eu e meu desejo, são o mesmo dom

Cores se embaralham
Em meu óculos de fé
Eu vejo o mundo sem formas
Eu vejo o mundo sem formas, em vários tons

Dentro tem mais de mim
Mais do que eu possa ver
E um rastro sujo de sangue
Fica na memória
Fica na memória

Abra-me o sorriso
Abra-me os olhos
Abra-me a mente
Abra-me o teu coração
O teu coração

Umas palavras tomam forma
Eu entendo quem eu sou
Outras palavras se perdem
Em minha memória
Em minha memória




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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