19 de jan de 2013
Frente a frente,
Que o desejo se escondeu atrás do monte
Não sabia imaginar o que seria
Do horizonte no momento do levante
Onde vida e morte encontram-se na chama
O que se passa na cabeça de quem ama
Nem o teu ódio amargaria o doce encanto
E se do ponto equidistante deus descesse?
O que seria de quem não temesse a falta
Ou dos que tanto se entregaram sem reserva
Economia é a salvação do homem
Que vende o pão para consumo de sua droga
Até se vende se lhe apraz a dor vindoura
Que o horizonte desde então ficou pequeno
Dias me faltam, noites retardam a velhice
Insanidade me consola no absurdo
E não há mistério que se esconda
Nem divindade que tome conta
No desamor, no dissabor, no obscuro







0 comentários:

Seguidores

Acessos

Marcio Lima. Tecnologia do Blogger.

+ Vistos:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Quem escreve...:

Minha foto

Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

Teça seu comentário!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Concursos