23 de jan de 2013
Volte pra mãe que lhe deu o parto
Que o tempo é refém do umbigo
Não vou ficar pra Niemeyer 
Nem quero ver o que me expõe
Um céu anil de cor cinzento
Crua paisagem de concreto
Azeda o mal e bem te quero

E quanto mais te quero perto

Me tenho longe do teu corpo 
A gente não me tem por certo
Quando endireito o que é torto
Enquadro-me em teu endereço
Me custa ser quem merecia 
Qualquer ganância tem seu preço 
Qualquer nação tem o seu guia

Não vou ficar pra Niemeyer

Me custa o preço da fé
Que deixa plantado a teus pés
O medo

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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