26 de jan de 2013
Abri a boca e não me calei mais
E no escuro a chama se desesperou
O absurdo veio e tomou conta
Na sobriedade, a insanidade se instalou
Querendo mais, eu tenho menos
Na minha paz ou desalento
E nada tendo,  eu mais insisto
Em minha fala, ainda implico
Em ser o que bem na verdade
Parecia mais vaidade
A fraca chama virou uma tempestade 

Quando o mundo te enganar
E mudo você restar
Não se acanhe
Quem te comprar
Também te leve
E quando tudo parecer leve
Pese à medida de tua cabeça
E ao final o mal pereça
Sem mais amarras
Que a língua trava
Se cale quem
Cala as palavras


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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