22 de jan de 2013
Vi,
O que de longe pareceu
O que de perto eu senti
A mente confrotando o ser
Corpos querendo se despir

Me enfeitiçou com teu prazer
A timidez não percebi
Embora quem pagou pra ver
De nada pode repartir

Teu,
Será pra sempre o meu amor
Até o ponto em que eu
Deixar o coração se expor
Para me dar além de mim

De fora vejo o que restou
O que de dentro expeliu
Vidas se passam sem saber
Qual a razão de existir

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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