20 de jan de 2013
Dói.
E quando tudo parece desabar,
Num tombo,
Percalço,
Numa tristeza
Me alço,
Levanto,
Minha beleza
Invento,
Engano,
A natureza
De ser, existir
E envelhecer

Não ato ou desato de cima
Da tua cama
Que o fogo se apaga, se anima,
Renasce a chama
Não pago a conta vencida
Nem sobra nada
O meu coração te convida
Deixa de magoar

Para se encontrar
Basta somente, se perder
Vamos comemorar
A nossa sorte de viver
Viver a dois
E esquecer
A dor que faz
O amor fugir
Ficar atrás
E confundir


E quando tudo parece desabar,
Num tombo,
Percalço,
Numa tristeza
Me alço,
Levanto,
Minha beleza
Invento,
Engano,
A natureza
De ser, existir
E envelhecer

Não ato ou desato de cima
Da tua cama
Que o fogo se apaga, se anima,
Renasce a chama
Não pago a conta vencida
Nem sobra nada
O meu coração te convida
Deixa de magoar


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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