4 de fev de 2013
Empresto-lhe meus olhos
Antes que eu me arrependa
Entenda meus demônios
No embate, me defenda

Embaralhando uns versos
Esqueci
E bem na curva do universo
Me perdi

Minha mãe me disse outrora 
Quem divaga se demora!
Vou buscar outros caminhos nesse céu
Uma via de caneta e papel
Onde encontro os meus muros
A água enfim, faz o seu furo
E atinge a pedra em falso da razão
Um sentido me norteia o coração

Que amanhã é um novo dia
Sem disfarce ou ironia

Por favor, peço de volta
Os meus olhos
Deixa eu ver por sob a pele
Aquém dos poros

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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