26 de fev de 2013
Vê se apaga a tua chama de outro jeito
Agir assim, não há razão
Eu não carrego um cinzeiro no meu peito
Não se maltrata um coração

Haverá fogo, onde há fumaça
Descarto e vou direto ao lixo
Cubro os olhos à minha mágoa
E novamente eu me arrisco

Vê se desiste de enganar-me dessa forma
Eu não controlo a emoção
O coração é feito um verso sem memória
Se entrega cego à ilusão

Tuas promessas, eu desconfio
Confunde ao toque acertar
Lembranças fogem ao desafio
Esqueço-me pra relembrar


Vê se apaga a tua chama de outro jeito
Agir assim, não há razão
Eu não carrego um cinzeiro no meu peito
Não se maltrata um coração


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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