22 de fev de 2013
Brasil,
Meu barril de tempero
Habito em teu seio
Escorro entre teus dedos
Feito arte inacabada

De tuas cores me cubro
E me escondo
O teu pano eu sujo
De verde amarelado
E um anil esbranquiçado

Corre brasil em meu sangue
Para que te amar, anseio
Te aceitar, sucumbo
Ignorar, te entendo
É que o menor esforço
Vira favor
Corre em minhas veias
Teu curso incerto
Tuas glórias esquecidas
Permeiam meu samba
Me encanto
Com o desencontro
Descaso ou espanto
Que a tua natureza
Me ensina

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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