14 de fev de 2013
Me alcance
Teu sorriso
Disfarce
Se preciso
Indague
A tristeza
Compare
A beleza
De quem restou a sós
Quem desatou os nós?
Bondade
Natureza
Verdade
Incerteza
Nos corpos
A saudade
À sombra
Da maldade
E quem de nós nunca sentiu na pele
O golpe que da língua se desfere?
Templários
Imprudentes
Forenses
Mercenários
Nobreza
Indulgente
Igreja
Ingerente
A mão direita ao peito, mea culpa!
O homem se endireita, se apruma
Os passos
Infelizes
Esquecem
Os caminhos
Atrás
Da salvação
Remir-se
Em retidão
Além da consciência tem o ato
Um coração de pedra em pedaços 

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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