7 de fev de 2013
Doeu,
O poeta chorou no compasso do dia
E a batida do seu coração não sabia
Que caminho a tristeza ia percorrer

Doei,
Feito a pétala que se desprendeu da rosa
Devagar pelo vento esperando a aurora
O meu santo entoava um canto de paz

A dor,
Não se viu acuada no instante da luz
E chegava a hora bendita da cruz
Quando a droga emudece o remorso infiel

Compus,
Um poema qualquer que retrata o amor
Seja lá de que forma, seja de onde for
Importante é não ser o que não se deseja



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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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