19 de mar de 2013

Você me pede um café
E eu insisto em dormir
Quando te sobra a fé
Eu penso em desistir
Não dá,
Pra consolar quem só deseja apoio
Tem muito trigo invadindo meu joio
Te dar a mão pra me desequilibrar
Contradição nesse teu jeito vulgar
Vulgar,
E o coração nunca desiste do jogo
E se perder ainda arranja um troco
A salvação virá de outro lugar
Só vejo mãos querendo me arrancar

Você me fala de paz
E eu só penso em fugir
É pouco, menos, é mais
O que interessa é agir
Que não,
Palavras não valem caladas na folha
Mesmo que não ditas, algo lhes discorra
Faça uma proposta que nos leve ao céu
Segure meu manto, arranque seu véu
Então,
Vamos nos embriagar desses fonemas
Deixa a mania de criar dilemas
Vale mais a pena quebrar os tabus
Baixe a guarda ao peito e crave tua cruz

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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