1 de abr de 2013
Ao pano branco, quiboa
Se encardido estiver
Cachaça pouca, é boa
Se deus lhe prover
Mistura no meu colorido
A chama do meu descabido
A garra que não tem corrente
Os passos outrora esquecidos
A força que nasce da mente
Que clama pelo excluído
Vou cortejando a gente
Tocar no homem que sente
Fazer de intrigas, amigos

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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