22 de mai de 2013
O gosto nos virá alheio
A vida nascerá da morte
A cicatriz já foi um corte
Imagem ficou no espelho

As pétalas de uma flor
Adormeciam pelo chão
Lá no jardim eu recolhi
Pedaços do teu coração

E o que é o amor, então?
É uma conta que não bate
É um desejo, um disparate
Quem o comanda, o coração?

Nem a razão ou divindade
Detalhe, ponta ou tamanho
Um prejuízo ou um ganho
Controlarão sua vontade

Alçar com asas o seu voo
O horizonte o seu destino
Vou dar razão ao desatino
Que assumir em vão o dolo

Bora amar antes da tarde
Reescrever nossa mania
Pra refazer um novo dia
Mesmo indolor, ainda arde

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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