28 de mai de 2013
Das muitas e tantas, uma lembrança achegara-se levemente. De um sorriso amuado, um rosto inquieto. Seus olhos pareciam pausados. Sei que naquele instante, não era para mim a direção de seu resguardo incomum. Lembro do gesto, outrora alimento da minha imaginação infértil. Ora disfarçava se ia, ora divagava na ação de atravessar a rua cheia de gente e completamente vazia de emoções. Sei também, que as intenções às vezes, são atos de puro instinto que só esperam o instante como se fosse o derradeiro. Lembro-me bem daquele dia em que, irrompido de mim mesmo, te conheci.

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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