26 de nov de 2013
A sua pele encandecida insinua
A expressão fugaz de um vento equidistante
Sua vaidade tem um gosto de perfume
Que sua sorte ao entardecer lhe é amena
Já não precisa envelhecer pra ser criança
Nem se ocultar da luz que emana da vontade
Precisa é de um bocado a mais de esperança
A fé que apressa a lentidão da ambiguidade
Longo colar chega aos joelhos penitente
E várias voltas no pescoço lhe exalta
Os seus cabelos estão presos qual semente
Pra destacar o seu olhar, a sua falta
Muitos anseios se misturam lentamente
Que a cidade lhe escapa do espaço
Tem na coragem um desafio para a mente
Nem se limita o nó à feitura do laço






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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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