8 de dez de 2013
no riso a graça
no corpo vazio 
um coração
no peito a raça 
quer humanidade 
em qualquer situação
eu levo no jeito 
as marcas da emoção
carrego na alma 
o lamento da canção

num copo de água
relembro a mágoa
a ilusão
caio de cascata
viro acrobata
pra fazer a zoação 
coração cigano
esclarece a escuridão
lamento, engano
descobrir o sim e o não

acendo um cigarro
de novo um trago
de prazer
eu prendo, amarro
atiro, disparo
pra depois te merecer
dezembro, desmando
luta existencial
dizendo, ditando
esse texto marginal

não sabe de nada
e tudo parece 
o que não é
aceita, acende
se compra, se vende
pra fazer o quê da fé
se solta, se prende
pra amarrar o pé no chão
disfarça, se rende
desavisa o coração




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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