6 de dez de 2013
um reto coração não perde a esperança
vontade volta e meia finge ser criança
que o jeito se reprime, fica amarelo
quer seja em ruína, seja num castelo
e noutros olhos o feio se torna belo
bem nessas horas chora o violoncelo
pra arrematar o sonho
eu pinto minha cara
escondo o meu destino
esqueço do passado
e deixo mudo
o teu silêncio na esquina
que de amargo desatina
vou desarmar o teu escudo




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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