8 de dez de 2013
quando se apaga a chama
eu olho para trás
para frente é que se anda
que o músculo se retrai
ontem fiz um juramento
e hoje já quebrei
violei o pensamento
o outro acertei

cinzas, pedras, patamares
na caixinha esconder
quero os rios, quero os mares
no bolso, oferecer
não me venha com lugares
aqui mesmo vou fazer
vou jogar tudo pros ares
velha chama acender

que o crime se enquadre
e o sonho desperte
realidade que se acabe
de novo comece
um pedaço de descaso
o amor se omitiu
só um jeito nesse caso
o coração se abriu

cinzas, pedras, patamares
na caixinha esconder
quero os rios, quero os mares
no bolso, oferecer
não me venha com lugares
aqui mesmo vou fazer
vou jogar tudo pros ares
velha chama acender




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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