18 de jan de 2014
somatiza
e divide com os filhos cada loucura
alimenta-os
e abstrai o que lhe prende
solta-se no imaginário do dia-a-dia
pra driblar o fim que se inicia
no respiro da alma
na feitura do laço
ação do gesto que vive
reinventa o amor
antes que se lhe acabe a vontade
quando a solidão finge nascer
alia-se à escolha compulsória de ser
e o que vem depois
não é nem a metade do sentimento
que o homem sequer decidiu sentir
o coração é só um meio
para desequilibrar a razão
quando essa já não sabe o rumo
a direção

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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