1 de mar de 2014
hoje eu desisto de tudo
pra me desencontrar
entre os desejos dos homens
tem verdades que afloraram n'água
deixe que o tempo acorde o destino
não vou me ver chorar
enquanto a força da vida
vier me retocar
não solidão eu não quero teus olhos
tua cilada é ruim
vou combater a tensão
que prendem meus pés no chão
aliás,
essa clareza do mundo
afoga a minha coragem
quando eu arrisco em amar-te
nesse jogo eu me embaraço
tô tão cansado de ser o que faço
n'arte, desisto de amar
é uma força que não sai de mim
ao teu lado,
pode ser,
está

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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