1 de mar de 2014
nessa cantiga de amigo
os olhos concisos
se viam tão sós
do coração ao umbigo
se abrem sorrisos
e nós

vou desandar meu destino
minar o egoísmo
colher noutro chão

quero descer até o ponto
em que ele decida 
a própria razão

manto alastrado de culto
verdade é um vulto
fiel do sermão

eis a escada
o muro
a pedra
o furo
da imaginação

antes da inconsciência
existe a presença
do corpo 
do pó

ao buscar outra natureza
o homem se engana
finge se encontrar

pérolas
eu jogo 
aos loucos
aos fracos
aos rotos
corações


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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