20 de abr de 2014
quisera um botão
em flor se abrisse
embora a mão
fechada ainda fosse
mais tenho a ouvir
o que não disse
urgência de amar
e ser amado
é chão, é céu azul
e o mar no meio
é belo, o toque,
o ar, a luz, o cheiro
é pele, é suor,
é pensamento
um gole de paixão
em minha taça
não tem o amor
a ver com exigência
nem o conforto
é só pertencimento
o sol pintando a cor
de minha raça
a noite inebriando
a solidão
deixar de ser pro outro
o que somente
em mim se encontraria
a liberdade

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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