20 de abr de 2014
verso sem medida
ponto sem partida
riso sem piada

corte sem ferida
beco sem saída
tudo sem o nada

desconstruí meu discurso
que o muro, já era
tá no chão
a cultura é um buraco
lá de dentro
eu não caibo
na loucura
de viver

esse som que vem de leve
novamente me assusta
uma luz se acende:
é a ideia nua
num corpo vestido de pano
uma cicatriz
que fica escondida na alma

sol que guia o meu passo
lua que brilha em meu sonho
façam de mim vossa verdade

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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