6 de set de 2014
selvagem
pra domesticar
minha vontade
pulsa
a carne
iludindo
meu suor
medo
e prazer
se confundem
e meu amor
degela
aos poucos

pra te agradar
sou teu
ainda que o ar
fique raro
o que são doença
e cura
se demais
ou pouco
eu me entrego

vida é
encontro
e desencontro
feito ida e volta
céu e chão
onde tudo
é nada
e nada
é tudo
e tudo
não basta
ao coração

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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