15 de out de 2014
não dá pra ser 
eu mesmo
se ao fim 
o mal
se expele
atinge
sem cuidado
e o coração
se fere
e vira 
medo

e logo
logo
a maçã
é doce
a boca
seduzida
abre-se
ao toque
vermelho
do batom
de tua
boca

secou
o rio
que
outrora
era
do peixe
a sua casa
e agora
irmã
o que será
de nossos
seios
amamentando
esperanças
de seca?

feito
o amor
que ora
vai 

volta
de teimosa
que é a saudade

finge
só tentar,
quer liberdade

voar
nem que seja
pelos sonhos

num mesmo
quadrado
ou redondo

onde peles 
antes
se encontravam


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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