1 de jan de 2015
triste
solidão
que em meu peito
entra
e faz
da minha noite
uma madrugada
com sentido
de deserto

eu sou o teu
amor
ainda

deixa eu por a mão
por onde dorme
a alegria
disfarçada
em silêncio
quase em oração

que esse segredo
quem me contou
foram teus olhos

dá logo de vez
um jeito
uma voz
deixa sair
daí
um sentimento
quem sabe
nada
é o coração
que sofre

prazer
que erige
entre os medos
minha paz

e nesse frio
o suor
aquece
a boca
feito menino
que não
pensa
em malefício
chama
acende
o meu cigarro
vem depressa
que não dá tempo
que o futuro
é agora

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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