26 de abr de 2015
um
rio
de águas escuras
fingem
amplidão
é a vida
e a morte
dentro
da
visão
o escuro
logo
numa prece
a
luz
se
tornando
aos poucos

o meu querer
é o meu amor
partindo sem dor
na profundidade
das sombras
do interior

moléculas
de
canção
abotoam a paz

dentro 
de mim
resta um coração
sem medo
de
bater

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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