30 de jun de 2015
primeiro
provar que sou humano
para depois
catar as migalhas na imensidão dos sonhos
e ser o que se prova em tua boca
sabor de açúcar
liberdade assistida
a sentir o som que emana lá do alto
sem precisar de asas
ou discernir o encanto
lhe basta o que excita a alma
amar
é uma proposta
sem ter um ganho
sequer

meu coração está
indignado
teu prazer me comprou
e agora fico a vomitar meu ciúme pela casa
era a partilha obrigatória de vaidade
um falso temor
a liberdade
brilho de abandono das estrelas que vão se esconder na claridade do dia
foi assim que eu fiquei
ao te ver

sem saber se era amor
ou poesia
fui rever os nossos dias
e não mais me via

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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