2 de set de 2012

Quando eu quero a revolta
Enfrento um beijo
Quando em frente ao beijo
Eu quero o chão
No calor da vontade, encontro a falta
Minha mundanidade, indecisão
Tanto em pé de igualdade
Ou do meu drama
Rumo à parede, a televisão
Mais valor tem o ator que o personagem
Confundiu nossa pena, submissão

O que é o homem
Eu não sei talhar o tronco
Virá deus das alturas
Ou restará com seus anjos
Me faltando o respeito
Eu não vejo direito
Nem do que são capazes
Estão secos, os ares
Hoje, ergo altares
À quem pague o preço
Já lhe dou o endereço
Ou façamos amizade
Muito embora, a maldade
Do outro, me afaste.

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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