22 de jan de 2013
A quem reclamar piedade
Se meu corpo ainda sente
Meu espírito se incende
A boca retalha fonemas de dor
As almas esperam 
Não alcançam 
Se dispersam
Em meio aos demais
Que teimam enganar-se
Esperam da morte
Mais que da arte
Dormindo se espantam
Com o sonho que fala
Com a imagem que cria
Outro modelo ou fantasia
Piedade, minha mãe
Que o sono é justo
Embora a injustiça do dia
Me traia a pele
Numa segunda pele
Que se fere enquanto durmo

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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