25 de jan de 2013
Fumei
Das mazelas que um dia sofri sem querer
Amei
Tanto quanto me era possível prender
À dor
Feito sonho, quimeras, novo amanhecer
O som
Não sabia se me entretinha ou não
Doei
Sobra pouco e muito me querem tirar
Após
Antes mesmo não me atinei do que fiz
Manchei
A vontade de sangue que fluía do amor

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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